segunda-feira, 26 de julho de 2010

FESTIVAL DA TRUTA DO TAO DO GOMERAL


A banda mineira Empório Rock, com participação especial do guitarrista Alex Kundera fará a balada de encerramento do Festival de Inverno 2010 do Tao do Gomeral.
Durante todo o final de semana, 31/07 e 01/08/2010 a cozinha do Tao do Gomeral vai preparar as melhores receitas de trutas, especialmente a exclusiva lasanha de truta au gratin. Com massa de espinafre ou ovos, uma opção imperdível. Além do chopp Germânia, claro e escuro, outra exclusividade do Festival da Truta do Tao do Gomeral.
A estrada já se encontrea em condições de trafego e a previsão e de tempo bom. Venha comemorar conosco mais um inverno na montanha.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

IV LUAU DO TAO DO GOMERAL - 2010

FESTIVAL DA TRUTA DO TAO DO GOMERAL 2010 - IV LUAU DO TAO


Mais um ano e a banda Los Carentes vai comandar o Luau do Tao do Gomeral.

O Luau acontece há 4 anos e faz parte da programação do Festival de Inverno do Tao.

Vai rolar em 24/07/2010, sábado, numa noite de lua cheia. O palco será montado no gramado, com fogueira e muitas velas.


Além da rapaziada da banda, outros músicos amigos estão sendo esperados. Quem tiver instrumento musical pode trazer. Vamos celebrar a lua cheia no alto da serra do Gomeral.

Também estará acontecendo o nosso festival da truta, como todo ano no inverno. 

O ingresso custará R$ 7,00 e será integralmente repassado para a banda.

Para maiores informações escreva pra gente: taodogomeral@hotmail.com 

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Festival da Truta do Gomeral

O 7º Festival da Truta do Gomeral, promovido pela prefeitura municipal de Guaratinguetá, foi adiado.

Por que? Com que consequências?

Como idealizador do Festival da Truta do Gomeral há sete anos, sinto-me no direito de levantar essas questões.

Devido a divergências conceituais, há três anos meu estabelecimento não integra mais o grupo que participa desse evento, que passou a ser organizado pela secretaria de turismo da prefeitura.

Apesar disso, promovemos nossos próprios eventos no inverno, pois possuímos um restaurante especializado em trutas, com as portas abertas o ano todo.

Dito isso, a pergunta que não quer calar: Por que o festival promovido pela prefeitura teve que ser adiado???

Não me venham dizer que foi devido às chuvas, pois a estrada do bairro fica praticamente o ano inteiro ao Deus dará e, nem por isso as kombis escolares deixam de fazer seu percurso, nem o ônibus a circular diariamente, nem tampouco o caminhão semanal de coleta de lixo.

O que ocorreu então??? Falta de planejamento. Por que deixar para as vésperas do festival para passar a plaina das máquinas na estrada?

O risco é evidente. Ou fica uma poeira horrível, como tem sido nos anos anteriores ou, como aconteceu agora, uma chuva que seja sobre a estrada, com o terreno todo revolvido, transforma tudo em lama. Isso é mais que evidente e vem sendo dito aos responsáveis ano após ano.

E quais são os prejuízos de uma atitude irresponsável como essa?

São muitos. Há pouco mais de um ano, exatamente na terça-feira de Carnaval, uma tromba d'água assolou o bairro do Gomeral. Foi uma tragédia ambiental, sem danos físicos às pessoas.

Mas a imagem do Gomeral, que sonha ser um destino turístico para Guaratinguetá, ficou muito prejudicada. As atividades do setor do turismo ficaram estagnadas durante muitos meses, com as pessoas temerosas de frequentar o bairro, tamanho foi o destaque dado ao evento na imprensa.

Agora, a secretaria municipal aciona essa mesma imprensa para alardear que uma simples chuva tornou o bairro inacessível!

Na verdade, é bom que se diga, não foi a chuva que estragou a estrada. Foi sim uma ação mal planejada e repetida há vários anos. Esse problema já era anunciado. Só faltava uma chuva.

E esse é o grande prejuízo. Por quanto tempo mais essa notícia vai ecoar na mentalidade dos turistas? O movimento de turistas demorou a se restabelecer no bairro, vem capengando e agora mais essa.

É desanimador ver uma região que é uma verdadeira jóia ambiental, com um potencial turístico incrível, ter uma política de desenvolvimento de turismo tão mal conduzida.

Não faço política partidária, mas como proprietário de um estabelecimento ligado ao turismo e morador do bairro do Gomeral, deixo aqui esse manifesto.

Precisamos urgentemente de um plano diretor de turismo aplicável ao Gomeral, com participação efetiva da comunidade, para que possamos edificar nosso futuro comum, sustentado no turismo ambiental.

Pedro Luiz Dixon de Carvalho, morador e empresário do setor de alimentação do Gomeral.

ADIAMENTO DO SHOW DE 17/07/2010

Devido às chuvas continuadas e às obras que tornaram a estrada impraticável, o show da banda Empório Rock & Alex Kundera foi tranferido para 31/07/2010, sábado, as 21 horas.

Todo ano, às vesperas do Festival da Truta do Gomeral, os gênios da prefeitura inventam de mexer na estrada. Resultado: se não chove fica um pó absurdo, com prejuízos pra saúde de todo mundo, se chove a estrada fica intransitável. Daí o prejuízo é financeiro mesmo.

Mas fazer o que? Planejamento é a resposta. Simples assim.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Festival da Truta do Tao do Gomeral

Após o sucesso de Peter BO Band e Marcelo Naves será a vez da banda Empório Rock.
Sábado, 17 de julho, a partir de 21 horas, a banda mineira vai trazer o melhor do rock'n'roll.
Oportunidade para curtir música e saborear as melhores receitas de trutas, num ambiente que só o Tao do Gomeral tem para oferecer nessa parte da serra da Mantiqueira.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

FESTIVAL DA TRUTA DO TAO DO GOMERAL

No Tao do Gomeral Restaurante o Festival começa no sábado, 10/07/2010, com um mega show de um dos melhores gaitistas de blues do Brasil. Marcelo Naves, de São José dos Campos, com o consagrado guitarrista e tecladista Peter BO e outras estrelas da mesma grandeza.
Vai rolar o "Encontro de Feras do Blues do Festival de Inverno do Tao do Gomeral, no sábado, 10/07/2010.

terça-feira, 6 de julho de 2010

PETER BO BAND & MARCELO NAVES


Grande show de abertura do Festival de Inverno do Tao do Gomeral 2010. Será no sábado, 10 de julho, a partir de 21 horas.
O encontro das feras do blues Peter BO e Marcelo Naves é imperdível para quem curte um som autêntico.

Assista o clipe da última apresentação da dupla no Tao do Gomeral:

Ingressos antecipados na Ligue Chopp Germânia (fone 12.3122.2018) a R$ 7,00 e
na portaria, na hora do evento a R$ 10,00. Garanta seu ingresso, vagas limitadas.

Para saber os detalhes da programação do Festival da Truta do Tao do Gomeral, durante todo o inverno de 2010, acesse nosso post anterior:

sábado, 3 de julho de 2010

FESTIVAL DE INVERNO DO TAO DO GOMERAL


Nesse inverno resolvemos ampliar o já bem sucedido Festival da Truta do Tao do Gomeral e criamos o FESTIVAL DE INVERNO, com programação musical durante todo o mês de julho, além das tradicionais receitas à base de truta.Festival da Truta e Festival de Inverno, dois programas para você de uma só vez. 


O Tao do Gomeral Restaurante fica no km 24 da estrada que liga Guaratinguetá a Campos do Jordão, (16 km de asfalto, mais 8 km de terra após o bairro da Pedrinha) para quem está subindo a serra, ou 21 km de terra após o Parque Estadual de Campos do Jordão, para quem vier do alto da montanha. 

Confira a programação musical:


Na noite de 10/07, sábado, 21 horas, o reencontro no Tao de feras do blues, numa configuração única, com Pedro BO e Márcio Ricci nas guitarras, o genial Marcelo Naves, do Maquinistas do Blues, na gaita, e no contrabaixo Deca e Passini na bateria, do sensacional Os Fanfarrões. Uma noite imperdível para amantes do autêntico blues. Confira: http://www.youtube.com/watch?v=hMOjDceYJjA

Na noite de 17/07, sábado, 21 horas, o rock'n'roll de Minas Gerais vai conquistar nossa porção da serra da Mantiqueira. A banda Empório Rock, do amigo Sheik, com sua voz potente e espetacular gaita, garantirá uma noite de classic & hard rock das melhores. Confira: http://www.youtube.com/watch?v=6RUU6LeUrNE&feature=related

Na noite de 23/07, sexta-feira, 21 horas, será a vez da banda Los Carentes. Como acontece todo inverno há anos, vai rolar o IV Luau do Tao do Gomeral, sempre com os amigos Erasmo, David e João Rafael comandando a fogueira. Será uma noite de lua de prata e som de ouro. Confira: http://www.youtube.com/watch?v=pFNXoNVuMeo&feature=related

Na noite de 24/07, sábado, 21 horas, teremos o prazer de reapresentar no Tao a especialíssima banda Bloody Mary com seu rock'n'roll clássico, executado com requinte pelos amigos Marcelo Wendling, Cassiano Manieri, Luis Augusto Boldrin e Nenê, o "pai" da tropa. Confira: http://www.youtube.com/watch?v=RVGlj3ARXqI&feature=related

Além da programação noturna, nos almoços dos domingos de julho, a partir do dia 11, teremos a presença do grande compositor Luiz Celso de Carvalho, ao teclado. Confira: http://www.youtube.com/watch?v=2JRwLEtlN30

E para fechar o mês das férias de julho de 2010, o grupo Chama Luz, de São Paulo, com violão, flauta, percussão e coro de vozes presta, com composições próprias, um tributo a feras como Milton Nascimento, Naná Vasconcelos, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Airto Moreira, Don Cherry, Edu Lobo, Toninho Horta... Confira: http://www.myspace.com/thomazff

Será um festival gastronômico com todos os sabores musicais, para agradar os amantes do blues à bossa nova. 

Contamos sempre com a presença dos amigos, para quem a festa é feita com carinho.




terça-feira, 8 de junho de 2010

Peter BO Band


O blues tomou conta da serra da Mantiqueira na noite de 22 de maio de 2010. 
O show Blues na Montanha, comandado pela Peter BO Band, como suas guitarras chiquérrimas e pelo genial Marcelo Naves, da banda Os Maquinistas do Blues, com suas gaitas mágicas, foi um sucesso.


A sonzeira foi espetacular, com uma formação digna dos melhores palcos: De São Paulo, o baterista Ricardo Passini e Deca no contrabaixo. De Lorena, o percussionista Lendro Samambaia. De Guaratinguetá, os feras na guitarra Márcio "Coelho" Ricci e André.





A trupe reunida: Vera de Souza, Pedro Dixon, Márcio Ricci, Pedro Bo, Ricardo Passini (escondido) e, na frente, Marcelo Naves, Samambaia, Deca e Patrícia (irmã do Naves).


A noite celebrou também o lançamento da exposição de telas da artísta plástica Talita Barbosa, numa série sobre indígenas brasileiros. Seu pai, o juiz Dr. José Luiz Barbosa compareceu com a esposa para prestigiar o evento.


Mais de uma centena de amigos subiu a serra para curtir a noite, dentre eles o músico e secretário municipal de cultura, Beto Mi, que cantou uma música à convite da banda.

                                                              Fotos: Vera de Souza

Estamos organizando para todo o mês de julho de 2010 o 1º Tao do Gomeral Blues Festival, com nomes de peso do blues no Brasil como Flávio Guimarães, Vasco Fae, Nuno Mindelis e Marcelo Naves com Adriano Grineberg, pianista do Ira.

Em breve teremos a definição de toda a programação. Aguarde.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Noite árabe: há vida após o Fantástico...

Será possível alguém ficar feliz quando o domingo vai se acabando, só porque a segunda-feira está chegando? Coisa de maluco?
Não se um jantar árabe está te esperando no final da noite de segunda.
Nossa amiga Ana Cláudia veio nos visitar e resolvemos reunir alguns amigos pra conversar e, claro, comer e beber... Há tempos queira preparar um cardápio árabe, essa foi a oportunidade.

Primeiro passo: os convidados.
Quesito importantíssimo esse, porque cozinhar para gourmets, apreciadores de sabores abre muito mais as possibilidades, que cozinhar para um grupo motivado apenas pelo convívio social. No caso, os convivas Ana Cláudia, o casal Cacá e Rô, seu pai Antônio e Thaís fazem parte do primeiro grupo, o dos gourmets.

Segundo passo: pesquisa.
Guaratinguetá é uma cidade um tanto restrita em termos de ingredientes para gastronomia, especialmente para culinária temática. Mas o Mercado Municipal ainda surpreende. Lá encontrei lentilhas do Líbano, de um maravilhoso tom salmão, tahine, grão de bico e damascos. Nos açougues locais não encontrei carne de cordeiro. Acabei optando por umas ótimas picanhas de cordeiro que encontrei num hipermercado, apesar de congeladas. Os temperos árabes já os tinha adquirido no Mercadão de São Paulo. As baclawas, doces árabes típicos, e os pães pita, Thaís trouxe da Casa Dib, de São Paulo. Minha mulher Vera conseguiu um patinho limpíssimo, moído três vezes, e as beterrabas, berinjelas e cebolas que iríamos precisar.

Terceiro passo: o cardápio.
Sim, só agora pude pensar num cardápio, porque num mercado limitado pensar o cardápio primeiro não funciona. Tudo é feito com base no que há disponível.

O cardápio.

Antepastos:

Berinjela escabeche
Beterraba tahine
Damascos recheados de labne de búfala
Homos tahine
Pão pita
Quibe cru com pétalas de cebola

Entradas:
Sopa de lentinhas do Líbano, com shiitake e alho
Salada de pepino com coalhada fresca
Salada de alface e rúcula com tomate seco

Principal:
Arroz com aletria, preparado pela Vera.


Picanha de cordeiro assada com cobertura de berinjelas, receita que aprendi com meu amigo Ricardo Reis.

Sobremesa:
Baclawas cobertas com mel silvestre do Gomeral.

Mais uma noite de segunda-feira memorável com os amigos no Tao do Gomeral. Benza Deus!!!

Para completar o clima, Cacá e Verinha se digladiavam no gamão, jogo tipicamente árabe.

Verinha, eu Pedro Dixon, Antonio Caneteiro, Cacá, Ana Cláudia, Rô Canuto e Thaís.
Fotos: Vera de Souza

As receitas da Noite Árabe do Tao do Gomeral:


Beterraba Tahine

Lave, seque e unte as beterrabas com azeite, cubra-as com papel alumínio e leve ao forno. Estando assadas, deixe-as esfriar, descasque e coloque no processador com suco de limão, alho, tahine, aceto balsâmico e folhas de hortelã e manjericão. Sal e pimenta quanto baste. A medida que for processando vá acrescentando azeite até emulsionar. Servir gelado. Fica perfeito com pão pita.

Damascos recheados com labne de búfala

Preparar o labne de leite de búfala com antecedência, da seguinte forma: ferva o leite, deixe amornar, remova as natas e acrescente iogurte natural. Envolva a panela com cobertor e deixe por 12 horas em local protegido do frio. Após, passar a coalhada formada para um tecido limpo, de morin, e dependurar em local arejado por 24 horas. Temperar apenas com um pouco de sal. O labne está pronto. O usual é modelar a massa com as mãos, formando bolinhas e depositá-las em azeite num recipiente por alguns meses.
Os damascos, deixe hidratando em água morna antes recheá-los com labne. Uma delícia.

Homos tahine

Colocar o grão de bico de molho desde a noite anterior. Com as mãos apertar os grão para soltar as cascas. Livre delas, cozinhar em panela de pressão. Depois de cozido e frio, colocar em liquidificador com dentes de alho, suco de limão, tahine, sal e azeite, batendo até dar ponto. Como a beterraba tahine, vai muito bem com pão pita.


Quibe cru

Lavar muito bem o trigo para quibe e deixar de molho de um dia para o outro. Escorrer e espremer bem para tirar o máximo de água. Moer a carne de patinho completamente limpa por três vezes. Misturar a carne e o trigo com cebola bem picada, manteiga, zatar, pimenta síria, salsinha e hortelã picadas e sal quanto baste. Amassar tudo exaustivamente, acrescentando azeite extra virgem. Servir com pétalas de cebola crua e limão.

Lentilhas do Líbano

Lavar e deixar de molho as lentilhas. Cozinhar e refogar com bacon, cebola picadinha, alho e sal. Quanto reduzir o suficiente acrescentar os cogumelos shiitake fatiados e refogados no azeite. Servir muito quente. Reservar alguns grãos crus para decorar a mesa, porque após cozidas as ervilhas do Líbano perdem sua cor salmão e se tornam amareladas. Uma curiosidade: a palavra lente deriva de lentilha, devido à sua forma.

Arroz com aletria

Refogar alho em azeite, acrescentar a aletria (macarrão cabelo de anjo) e fritar até adquirir cor marron claro. Colocar o arroz cru e cozinhar normalmente até secar a água.

Cordeiro assado com berinjela à moda do Reis

À moda do Reis, isto é, Ricardo Reis, meu amigo arquiteto e cozinheiro de mão cheia que me ensinou a receita. Aliás, essa é uma adaptação, porque sua receita original usava cabrito. Vamos lá: temperar a carne de véspera numa marinada de um bom vinho, no caso usei um cabernet Terras Altas, do Vale do São Francisco, com zimbro, sementes de coentro, zatar, um pout pourri de pimentas em grão moídas na hora e, apesar da proposta ábabe, usei também garam masala, um tempero indiano composto por cominho, coentro, gengibre, cardamomo, cravo, canela e louro e sal quanto baste. Também com antecedência picar as berinjelas em cubos e cobri-las com azeite fartamente. Para três quilos de picanha, cerca de 9 peças de uns 300 gramas, usei três berinjelas grandes e um litro de azeite extra-virgem. Selar cada picanha muito bem em frigideira grossa e quente, acomodá-las numa assadeira, cobri-las com um boa camada de berinjelas e levar ao forno. As berinjelas vão liberando o azeite absorvido aos poucos e nutrindo e saborizando ainda mais a carne. Remover o excesso de gorduras depositadas na assadeira e servir muito quente com arroz e saladas temperadas com coalhada fresca. 

sexta-feira, 9 de abril de 2010

dKupalua


Ontem, comemoramos o aniversário do nosso amigo Cacá. Marcamos um jantarzinho no Tao. 

Presentes o casal Cacá e Rosângela, sua irmã Rosana, vinda da França e seu pai Antonio Caneteiro, além de nós dois, Pedro e Vera e de Thais, nossa vizinha no Gomeral. Companhias agradabilíssimas.

Surpreendentes foram o improvisado cardápio e as harmonizações etílicas refinadas.


Os antepastos da noite: labne de leite de búfala, preparado por Vera, caponata de berinjela, chancliche de zathar e de pimenta, com pão folha do Mercadão de São Paulo se somaram à incrível geléia de pimenta preparada pela Rosângela e às torradas de pão artesanal com o foie gras trazido da França pela Rosana. Foi muito bom rever Rosana, após tantos anos a mesma beleza e alegria.






As bebidas foram se sucedendo, de entrada o chopp Germânia geladíssimo com uma cachaça mineira, em seguida o espumante Bouvet-Ladubay Saumur Mademoiselle Ladubay 2005, um brut do vale do Loire, para o brinde de parabéns ao aniversariante. Uma bebida delicada, deliciosa. Depois passamos para o grande Escorihuela Gascón Malbec 2004, um tinto concentrado, persistente, com taninos suaves e maduros, conforme notas de degustação do enólogo Gustavo Marin. Com o prato principal, uma lasanha de truta ao molho branco, degustamos um Casal Garcia verde tinto. Harmonização perfeita. Após o jantar o ponto alto: autênticos queijos franceses, como o Petit Camembert de Campagne e outros que só mesmo Rosana para dizer o nome (!) Deliciosos, acompanhados de um Baron d’Arignac. Para finalizar um delicado pudim de leite condensado e um cafezinho feitos pela Verinha. 


 
Em pé: Pedro Dixon, Thaís, Vera e Rosana.
Sentados: Cacá, Rô e Antônio.

Por essas e outras que digo: há dias em que podemos dizer que nascemos d’Kupalua.


Confira as fotos:
Rô e seu pai Antônio
Cacá e sua cunhada Rosana
O casal Cacá e Rô
O trio.
Bons momentos.

Lasanha de truta, uma especialidade do Tao do Gomeral.
Fotos Vera de Souza

sábado, 3 de abril de 2010

BANDA BLOODY MARY


Super banda, super session. Mais uma vez o Tao do Gomeral receberá músicos de primeira categoria. Todo último sábado do mês tem baladinha no Tao. Se programe e venha.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Verinha e Pedrão

Ontem, 25 de março, foram avistados os filhotes da primeira ninhada dos canarinhos da terra, que foram libertados pelo nosso amigo Carlinhos Rabelo, nosso vizinho aqui no Gomeral. Ficamos super honrados com a homenagem feita a nós por ele, que colocou nossos nomes nos filhotes. Pedrão e Verinha, filhotes de Carlinhos e Michele. Parabéns pela consciência ambiental e pela sensibilidade em tratar dos bichinhos soltos. Assim que tivermos fotos postaremos.

terça-feira, 16 de março de 2010

Uma palavra sobre vinhos


O melhor vinho do mundo não é aquele que veio de um país distante e famoso, que custa o resgate de um rei, que tenha recebido a pontuação máxima daquele enólogo famoso que ganha para fazer isso, ou que tenha sido trazido por aquele esnobe desinformado para se exibir. Provavelmente será difícil beber desse vinho mais uma vez.
O melhor vinho é o que agrada ao seu gosto particular, que possa ser encontrado novamente com relativa facilidade, que tenha um preço que você possa pagar sem se privar de outras coisas e, se possível, que tenha sido provado por algum amigo sensato que o recomenda.
O melhor vinho é aquele tomado em boa companhia!...
Extraído de um blog de Floripa - http://adegazinha.blogspot.com/  - que sigo e recomendo.

Diminuindo as distâncias

Há uma corrente que, não sei se movida por nostalgia ou purismo, defende que a vida na roça não deva receber influências vindas de fora. Não penso dessa forma. Pelo contrário, acho que tudo no mundo está em evolução; mesmo as comunidades mais remotas, onde as pessoas da cidade vão fazer imersão num estilo de vida que um dia já foi seu, ou de sua família, na busca instintiva de uma vida natural.

Numa comunidade rural que recebe turistas, a interação entre as culturas é inevitável.  Quem chega gosta de observar e aprender sobre a cultura local, mas também vem trazendo sua bagagem, seus modos e costumes. Essa interação jamais poderá ser uma imposição, uma agressão ao status da comunidade.

Acho espetacular quando meu amigo Jorge Onça, criado e vivido aqui no bairro do Gomeral, vem à minha casa tocar sua sanfona, quase artesanal, muito parecida com um bandoneon. Toca com maestria, num ritmo contagiante. E mostra manchas de sangue no fole, lembrança de uma briga num forró, há muitas águas passadas. Mas, assim como eu, garanto que ele também gosta quando lhe mostro nosso piano Pleyel, importado da França no século XIX. Quando lhe mostro suas cordas originais de prata, ou quando um amigo músico, da cidade, faz soar Egberto Gismont aqui no sertão. 


Aliás, ao citar esse amigo, me vem outro exemplo interessante de interação entre culturas. Cá na roça onde vivo, no bairro do Gomeral, vários amigos tocam moda caipira na viola, eu acho ótimo, sempre que posso quero ouvi-los. Outro dia, esse meu amigo músico, o Luiz Celso, tocou na viola caipira, com a mais apurada das técnicas, uma composição sua com o também genial Ivan Vilela. São essas interações que considero que diminuam a distância entre a cidade e a roça. Uma noite dessas aqui no Tao, recebemos o casal Levy e Tereza. Tocavam de tudo, do pop rock ao samba, do bolero à MPB e eram acompanhados por dois moradores do bairro ligados à música caipira, um no bongo e outro no pandeiro. Tiveram a oportunidade de tocar com um músico do nível do Levy. Um momento especial, sem dúvida.

Seguimos buscando diminuir as distâncias culturais, seja através da música, da gastronomia ou das tecnologias de comunicação, por exemplo.

Claro que essas interações sociais podem produzir impactos, positivos ou negativos. Temo que o Gomeral, um paraíso ambiental, venha a se tornar uma nova meca de ordas de bichos-grilos, com suas legiões de gnomos, duendes e outras "entidades". Não vejo como positivo, como já pude observar em outras comunidades rurais, que pessoas que, voluntariamente ou por falta de estrutura, abdicaram de sua cultura, de seu espaço na sociedade onde viviam, venham bater com os costados no Gomeral, como se a comunidade fosse a terra do laissez-faire, onde tudo é permitido. 

A comunidade tem suas tradições, seus princípios. A interação entre culturas não implica, necessariamente, em ferir tais princípios. Pode ser uma forma de evolução, e é o que nós do Tao desejamos para o Gomeral. 


segunda-feira, 15 de março de 2010

Entrevista sobre o Gomeral

Um grupo de estudantes de turismo veio ao Tao, nesse último sábado, para colher informações para seu trabalho de conclusão de curso. Foram essas minhas respostas às suas questões:

1-      Qual seu nome inteiro e sua formação?
Meu nome é Pedro Luiz Dixon de Carvalho e sou formado em Ciências Jurídicas e Sociais, com pós-graduação em Perícia Ambiental. Fui diretor do IECO – Instituto de Estudos, Educação e Tecnologias Ambientais, representante da Fundação SOS Mata Atlântica e professor do Centro de Estudos Ambientais do Vale do Paraíba, nas cadeiras de Unidades de Conservação Ambiental e Sistemas de Gestão Ambiental. Atualmente, em razão de um projeto pessoal, sou chefe de cozinha e possuo um restaurante no bairro do Gomeral, em Guaratinguetá.

2-      Como o senhor conheceu o Gomeral e como decidiu abrir o restaurante?
Conheci o Gomeral há mais de 20 anos, explorando a serra de motocicleta. Depois disso alguns anos se passaram e, quando retornei, em 1997, decidi trazer para o bairro um projeto de inclusão digital e educação ambiental, com vistas ao desenvolvimento do ecoturismo, como alternativa para a sustentabilidade dessa comunidade rural.
Quanto ao restaurante foi uma longa trajetória. Aos vinte anos, enquanto fazia faculdade de biologia e me preparava para o vestibular de agronomia, sonhei que aos 50 anos eu teria um restaurante, num local ambientalmente fantástico, com 12 mesas e um cardápio especial.
Na ocasião aquilo para mim não fazia o menor sentido, e deletei a história... Ao adquirir um terreno no Gomeral ainda não me recordava do sonho, quando tive um insight e tudo voltou de forma muito clara. Resolvi, então, em companhia de minha esposa, transformar o sonho em projeto, e executá-lo. A partir desse momento, o sonho ganhava vida para nós.
Relato essa história pessoal para dizer o quanto um sonho pode ser importante na vida de alguém. Quem pratica turismo de natureza está em busca do sonho de um mundo melhor. Será isso utopia? Que seja.  Como disse o escritor uruguaio Eduardo Galeano: “A utopia está lá no horizonte. Aproximo-me dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”.

3-      Quais são as características das pessoas que buscam o Gomeral?
O Gomeral é uma região que viveu praticamente isolada por muito tempo. Não havia estrada em condições de tráfego, nem energia elétrica. Telefonia fixa até hoje não tem. Se de um lado isso era ruim para os moradores, de outro foi um fator de preservação de sua cultura rural. Esse ambiente cultural autêntico, somado às belezas naturais da região, tem atraído a atenção de ecoturistas e acadêmicos.
Outro segmento que transita pelo Gomeral são os romeiros de Aparecida, em grupos de bikers, jipeiros, motoqueiros, cavaleiros ou mesmo caminhando, cumprindo uma etapa do Caminho da Fé. Esse caminho tem início em Águas da Prata e, oficialmente, passa por Campos do Jordão e, em seguida por Pindamonhangaba, para atingir o Santuário de Aparecida. Mas, devido às belezas naturais e inúmeras nascentes de água potável, os peregrinos tem escolhido o caminho da serra do Gomeral, em detrimento da aridez do asfalto do outro caminho. Com freqüência utilizam os serviços de hospedagem e alimentação do Gomeral.
   
4-      Como o bairro lida com os turistas?
A partir do despertar da comunidade para ecoturismo, como alternativa de sustentação econômica, vários cursos foram realizados, em parceria com diversas instituições. Por exemplo, curso integrado de computação e educação ambiental, pelo IECO – Instituto de Estudos, Educação e Tecnologias Ambientais, para valorização social e motivação para o ecoturismo, com duração de quatro meses; curso de Monitor Ambiental, para formação de guias locais, pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, através da Fundação Florestal, com duração de dois anos; curso de Turismo Rural, pelo SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, com duração de um ano, dentre outros, como cursos de conservas e compotas, panificação e agricultura orgânica.
Enfim, atualmente o bairro reconhece o turismo como um negócio, com potencial para geração de emprego e renda. Não há qualquer rejeição aos turistas, que são recepcionados com carinho.

5-      O governo tem um projeto de transformar o Gomeral em um Parque Nacional, o que o senhor acha da idéia?
O Gomeral é uma pequena área, se comparada à extensão proposta para o Parque Nacional Altos da Mantiqueira, como passará a ser denominada parte da região serrana, entre Pindamonhangaba e Resende. A área será de mais de 100 mil hectares e criará um corredor ecológico entre o Parque Estadual de Campos do Jordão e o Parque Nacional do Itatiaia.
Enquanto ambientalista reconheço a necessidade da preservação desse ecossistema, devido à sua produção hídrica e fragilidade da flora e fauna endêmicas.
Entretanto, considero que a proposta apresentada à população e às prefeituras contém muitas falhas técnicas, carecendo de informações detalhadas e, principalmente, de oportunidade àqueles diretamente afetados em seu direito à propriedade, do exercício da gestão participativa no planejamento de seu futuro comum. Em contrapartida à resistência social encontrada, a entidade propositora do projeto de criação do parque, tem realizado reuniões para tratar, caso a caso, das questões levantadas.
 Relativamente ao turismo, com as políticas administrativas adotadas pelo ICM-Bios Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, de melhoria na prestação do serviço receptivo aos visitantes das unidades de conservação, com cobrança de ingresso proporcional ao atendimento prestado, a tendência é de incremento do setor, em todo o entorno do novo parque nacional. Essa tendência é minha interpretação pessoal, não refletindo qualquer informação oficial.

6-      Quais as leis ambientais que regem o Gomeral?
Além do Código Florestal, que estabelece as APPs – Áreas de Preservação Permanentes e demais estatutos jurídicos aplicáveis, incidem sobre a região do Gomeral as normas da APA Federal da Mantiqueira, em sobreposição as da APA Federal da Bacia do Rio Paraíba do Sul e da Zona de Amortecimento do Parque Estadual de Campos do Jordão. Com a criação do futuro PARNA Altos da Matniqueira, mais uma lei se sobreporá à região.

7-      O que o Gomeral oferece para o turista?
Os serviços de hospedagem e alimentação ainda estão sendo estruturados na região, desde discretos investimentos realizados por famílias tradicionais, até empreendimentos de médio porte, por novos moradores e empresários . Os meios de hospedagem e alimentação, situados ao longo do caminho, em direção ao alto da serra, são os seguintes:

·        Pousada Monte Verde: doze chalés com frigobar e DVD, piscina indoor aquecida e restaurante;
·        Pousada Além das Nuvens: quatro chalés; 
·        Pousada Dona Ana: quartos simples, com sanitários coletivos;
·        Restaurante Gomeral: restaurante simples, em fase de acabamento;
·        Restaurante Tao do Gomeral: restaurante com choperia, piano-bar e camping;
·        Restaurante Parada da Serra: restaurante simples, com um chalé coletivo
·        Restaurante Trutaria Boa Vista: restaurante e criatório de trutas, com um chalé coletivo
·        Pousada Santa Maria da Serra: oito apartamentos e refeitório

Em última análise, eu diria que os meios de alimentação são suficientes para atender a demanda atual, o que não ocorre com os meios de hospedagem, seja porque alguns são muito rudimentares ou porque outros, mesmo com certa sofisticação, não conseguem absorver grupos maiores de turistas.

8-      Quantas cachoeiras e trilhas temos no Gomeral?
O Gomeral fica na serra da Mantiqueira, e Mantiqueira na língua indígena, pode ser traduzida como Mãe das Águas, ou seja, cachoeiras são o atrativo maior da região. Os picos com vistas exuberantes também são muito disputados. Algumas trilhas tem se consagrado entre os ecoturistas, como a da Pedra do Macaco, da Cachoeira do Onça, da Pedra Grande e do Vale Encantado, dentre outras. Necessário salientar que todos esses atrativos turísticos situam-se em propriedades particulares, sendo exigido o acompanhamento de um guia local habilitado.

9-      Fale um pouco sobre a fauna e flora do Gomeral.
Com os sucessivos ciclos econômicos ocorridos no Vale do Paraíba, quais sejam, do ouro, da cana, do café, do leite e da indústria, os ecossistemas foram duramente impactados. Se há ainda alguma área preservada na região, é devido à topografia acidentada da serra, que dificulta o acesso para prática da agropecuária.
Com isso a fauna remanescente busca refúgio nessas áreas. Mesmo com o histórico extrativismo de madeiras de lei e a caça predatória, a Mantiqueira representa o último refúgio para muitas espécies ameaçadas de extinção.
Por exemplo, no Gomeral há testemunhos recentes da presença de famílias de mono-carvoeiro, o maior primata das Américas, bem como da suçuarana, que representa o topo da cadeia alimentar nesse ecossistema. Outros animais como a lontra, a cotia, o caxinguelê e o veado são encontrados, esse último nos campos de altitude.
Dentre a avifauna encontramos no Gomeral o tucano do bico verde, o xexéu, o jacu e a juruva, todos endêmicos da Mata Atlântica.

Um fato digno de elogio é a iniciativa de alguns moradores de soltar, sistematicamente, os canários da terra, nascidos em cativeiro, que estão repovoando o Gomeral. Mas, por outro lado, por exemplo, o rio que passa ao lado de meu restaurante se chama Macuco, um pássaro de médio porte que há muito tempo não é avistado na região.
Em relação à flora, o bairro deve seu nome à gomeira, uma espécie pioneira, de madeira leve, que foi muito utilizada no passado para construção de casas de pau-a-pique. Com a diminuição da atividade agropecuária no Vale do Paraíba, muitas áreas que há pouco tempo eram roçadas anualmente estão improdutivas, com um processo natural de crescimento da vegetação nativa, o que hoje é visível em algumas áreas da região. Mas essa revegetação espontânea não é suficiente para a efetiva recuperação das florestas.
Ocorre que as plantas pioneiras, geralmente tem sementes em grande número, que se espalham com o vento e brotam facilmente, enquanto que aquelas árvores de grande porte, ditas climácicas, tem sementes grandes, que precisam de animais para transportá-las (vetores). Como os animais são raros, esse serviço tem que ser feito pelo esforço humano, ou seja, com o plantio dessas espécies florestais.
Uma atividade interessante para ser proposta pelos profissionais de turismo aos seus clientes é o plantio de árvores nativas, desde que de boa procedência e com a devida técnica e autorização do proprietário da terra.
 
10-   Pontos positivos e negativos do Gomeral.
Apenas sob a ótica do desenvolvimento do turismo sustentável, destaco:

Pontos positivos:
·         Belezas naturais
·         Clima de montanha
·         Autêntica cultura rural
·         Produção de trutas e shiitake
·         Gastronomia
·         Proximidade com a Fazenda Esperança, onde fica uma capela inaugurada pelo Papa Bento XVI
·         Proximidade dos principais pólos turísticos regionais, a saber, Campos do Jordão, Aparecida, Guaratinguetá e Cachoeira Paulista
·         Proximidade das duas maiores metrópoles do país
·         Além do sistema viário existente, há os projetos estatais de implantação do TAV – Trem de Alta Velocidade e do prolongamento da rodovia Carvalho Pinto, que representarão um notável incremento no fluxo turístico.

Pontos negativos:
·         Degradação das belezas naturais pelas erosões, em virtude do desmatamento
·         Mudanças climáticas globais que vem, gradualmente, afetando a produção de trutas e shiitake
·         Déficit de meios de hospedagem
·         A falta de investimento público efetivo no quanto segue:
o   Pavimentação ecológica da estrada
o   Telefonia fixa
o   Sinalização voltada ao turismo
o   Divulgação turística
o   Coleta seletiva de resíduos sólidos
o   Instalação de contêineres estanques para coleta de lixo domiciliar
o   Instalação de fossas biodigestoras para efluentes sanitários em cada residência
o    Controle sobre o fracionamento de terrenos para fins domiciliares

11- Gostaria de destacar mais algum aspecto relevante para o desenvolvimento do turismo local?
      Sim. A realização das festas que fazem parte do calendário anual, como a Festa de São Lázaro, com suas tradições culinárias e religiosas e o Festival da Truta do Gomeral, criado por empresários locais há seis anos. Outro evento importante para o turismo é o Campeonato Estadual de Downhill, pois o bairro tem uma melhores pistas, na opinião dos atletas. Uma atividade que atrai competidores de todo o Estado de São Paulo mas que, infelizmente, não tem o respaldo da municipalidade.


12- Para finalizar, o que o Gomeral significa pra você?
A manutenção da minha utopia, para que eu não deixe de caminhar.